Vós não sois máquinas! Homens é o que sois! E que bom que seja assim…

Estou propondo começar a reflexão desse capítulo, efetuando uma viagem de volta no tempo. Gostaria que fizesse um pequeno esforço para voltar mentalmente em uma cena que foi, com certeza, muito significativa para sua vida profissional. A cena do exato momento onde e quando você conseguiu seu primeiro emprego. Quando você recebeu aquela ótima e empolgante notícia “ – O emprego é seu”.

Onde foi? Quando foi? Quais as pessoas que estavam presentes? O que você sentiu naquele momento?

Você, por acaso, não foi tomado por aquela enorme vontade de contribuir? Não se sentiu importante? Não ficou irradiante de alegria? Quis contar para seus amigos e parentes?

Pois é, penso que você viveu ali, naqueles poucos minutos, seu momento de maior completude profissional, mesmo ainda nem tendo começado a trabalhar efetivamente em sua nova função. Naquele momento você se sentiu acreditado, reconhecido, aceito, acolhido e com certeza, totalmente aberto e disposto a colaborar. Alguém acreditou em você naquele momento e te colocou na posição de vencedor. Te deu uma camisa no time para vestir e te colocou para jogar como titular. Naquele momento você sentiu que foi avaliado e definido com um diamante para a Organização.

Se você já se sentiu DIAMANTE um dia, se você acredita que possa ser um DIAMANTE no futuro, então você pode ser um DIAMANTE hoje!

Não que você não possa ter tido outros vários momentos como esse em sua carreira profissional, a cada nova conquista. Natural até que seja assim, melhor para você. Sinal que você tem progredido profissionalmente.

Como imaginar que ainda hoje em dia, em pleno século XXI, existam os “ditos” gestores que acreditam que a máquina valha mais que o homem. Que tratam a máquina melhor do que sua gente. Que consideram o homem, uma máquina ruim, que dá muito defeito. Lamentavelmente ainda não perceberam, que a humanidade se encontra em um processo irreversível de conquistas pessoais e resgate do espírito vencedor.

Bem sabia o grande idealizador do termo “Qualidade de Vida em Empresas”, que se a cabecinha e o coração dos colaboradores não estivessem bem, consequentemente a produtividade poderia estar seriamente comprometida e consequentemente o lucro da Organização.

Existem condições básicas fundamentais para que uma empresa se destaque positivamente no mercado, dentre elas, inovação empresarial e antecipação mercadológica. Mas nada, nada nunca superará a Excelência Pessoal, que é em última análise, um humano “Master Mind”, que juntamente com outros humanos “Master Minds”, mantém a grande roda do sucesso girando!